Arapuá
Trigona spinipes

Descrita em 1793 por Fabricius. Uma das abelhas sem ferrão mais comuns e amplamente distribuídas do Brasil, ocorrendo em praticamente todos os estados. Registrada em Alagoas (Maceió, Quebrangulo), Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins. Também registrada na Argentina (Misiones), Colômbia (Cundinamarca), Guiana (Potaro-Siparuni), Paraguai (Caaguazú, Caazapá, Central, Itapúa, Misiones, Neembucú) e Peru (Madre de Dios). Constrói ninhos expostos fixados em galhos e troncos de árvores. Conhecida por seu comportamento extremamente agressivo, enredando-se nos cabelos humanos na defesa do ninho. Pode causar danos a culturas agrícolas como graviola e citros. Histórico de sinonímias: Apis ruficrus Latreille, 1804; Trigona luteipes Smith, 1854; Trigona ruficrus concolor Gribodo, 1894; Trigona ruficrus rufoides Strand, 1910 são sinônimos júniores.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Fabricius (1793), Schwarz (1948), Wille & Michener (1973), Silveira et al. (2002).
Também conhecida como
arapuá, karavosá, eira-apuá, abelha-de-cachorro, urapuca, irapuà, carabozà, irapoan, ira-puam, eirapuã, irapuan, mbá-pý, carabozá, eirá-apuá, xupé-pequeno, mehñykamrek
Onde ocorre
Estados (Brasil): Alagoas (AL), Bahia (BA), Ceará (CE), Espírito Santo (ES), Goiás (GO), Maranhão (MA), Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), Minas Gerais (MG), Paraná (PR), Paraíba (PB), Pará (PA), Pernambuco (PE), Piauí (PI), Rio Grande do Norte (RN), Rio Grande do Sul (RS), Rio de Janeiro (RJ), Santa Catarina (SC), Sergipe (SE), São Paulo (SP), Tocantins (TO)
Outros países: AR, CO, GY, PY, PE