Cacique

Cephalotrigona zexmeniae

Cacique (Cephalotrigona zexmeniae)

Região: América Central

Descrita em 1912 por Cockerell. Não ocorre no Brasil. É amplamente distribuída no México (Campeche, Quintana Roo, Veracruz-Llave e Yucatán), Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua e Panamá, com localidade-tipo em Quiriguá, Guatemala. Seu nome faz referência à planta Zexmenia virgulta, visitada pela espécie. Nidifica em cavidades de troncos de árvores, incluindo espécies como Brosimum alicastrum, e também em cavidades subterrâneas. É registrada como vítima de cleptobiose pela abelha ladra Lestrimelitta limao, e seu ninho já foi hospedeiro de moscas parasitas foréticas (Apocephalus apivorus e Melaloncha sp.) que afetam especificamente machos em agregação. Poliniza chuchu (Sechium edule) e visita dezenas de espécies vegetais documentadas. É conhecida pelos maias do Yucatán pelos nomes "e'hol" e "ta'ah-kab". É conhecida por uma grande variedade de nomes populares: "cacique", "congo", "picúsaro", "tamaga", "tamaga-amarillo", "tamaga-negro", "ocuter", "tacanique" e "mosca-boba".

Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Cockerell (1912), Ayala (1999), Roubik (1983, 1989, 1992), Hubbell & Johnson (1977), Salt (1929), Schwarz (1948).

Também conhecida como

cacique, congo, picúsaro, tamaga, tamaga-amarillo, mosca-boba

Onde ocorre

Outros países: MX, CO, CR, SV, GT, HN, NI, PA

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