Moça-branca
Frieseomelitta meadewaldoi

Descrita em 1915 por Cockerell como nome de substituição para Trigona dorsalis Smith, 1863, que era um homônimo júnior de outra espécie já descrita por Smith em 1854 — um raro caso de "colisão de nomes" na história taxonômica, exigindo um nome novo para a mesma espécie. Espécie exclusiva do Brasil, registrada em Pernambuco (Caetés, Paranatama, Pedra e Venturosa). Exposta com amostras de mel e cera na Exposição Internacional de 1862, no Pavilhão Brasileiro, sob o nome então válido "Trigona dorsalis". OBSERVAÇÃO TAXONÔMICA: existe controvérsia não resolvida sobre a identidade do lectótipo, o que pode implicar em sua sinonímia com Frieseomelitta doederleini, mas os catalogadores mantêm ambas como válidas até nova designação formal, conforme exigido pelo Código Internacional de Nomenclatura Zoológica. É conhecida popularmente como "moça-branca".
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Smith (1863), Cockerell (1915), Santos et al. (2020).
Também conhecida como
moça-branca
Onde ocorre
Estados (Brasil): Pernambuco (PE)