Jicote-barcino
Melipona costaricensis

Descrita em 1919 por Cockerell, originalmente como subespécie de Melipona fasciata. Pertence ao subgênero Melipona (Michmelia). Não ocorre no Brasil. É registrada na Costa Rica (Guanacaste, Heredia, Limón, Puntarenas e San José), com localidade-tipo em Pozo Azul. Seu nome faz referência ao país onde foi descrita. Tema de décadas de estudos científicos holandeses sobre comportamento de forrageamento, tomada de decisão, aprendizado e comunicação — incluindo a capacidade de comunicar a distância e qualidade da fonte de alimento através de sons, e de comunicar localização tridimensional de recursos. Também foi estudada em contexto de termorregulação, relacionando tamanho corporal e coloração à capacidade de regular a temperatura durante o voo. É criada tradicionalmente por meliponicultores costarriquenhos. É conhecida popularmente como "jicote-barcino" e "blanco moro".
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Cockerell (1919), Schwarz (1932, 1936, 1948), Aguilar & Briceño (2002), Nieh et al. (2003, 2004), Pereboom & Biesmeijer (2003).
Também conhecida como
jicote-barcino, blanco-moro
Onde ocorre
Outros países: CR