Salti
Melipona salti

Descrita em 1932 por Schwarz, originalmente como subespécie de Melipona interrupta. Pertence ao subgênero Melipona (Melikerria). Não ocorre no Brasil. É registrada na Colômbia (Cundinamarca e Magdalena), com localidade-tipo provável em Sevilla, Magdalena. Seu nome é uma homenagem a George Salt, entomólogo que estudou a etologia das Meliponinae na década de 1920. Nidifica em cavidades de árvores, com ninhos frequentemente agregados próximos a colônias de outras espécies, como Trigona amalthea. Já foi registrada convivendo com formigas (Wasmannia auropunctata) e diversos besouros nas proximidades do ninho. Possui uma extensa lista de inquilinos documentados, incluindo ácaros, pseudoescorpiões, besouros e moscas fóride. Já foram registrados exemplares ginandromorfos (com características de macho e fêmea simultaneamente).
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Schwarz (1932, 1948), Salt (1929), Roubik & Camargo (2011), Roubik & Wheeler (1982).
Onde ocorre
Outros países: CO