Manduri

Melipona torrida

Manduri (Melipona torrida)

Região: Sul

Descrita em 1916 por Friese, originalmente como subespécie de Melipona marginata; teve sua identidade taxonômica esclarecida apenas em 2013 por Melo. Pertence ao subgênero Melipona (Eomelipona). Registrada na Argentina (Misiones), Brasil (Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo) e Paraguai, com localidade-tipo em San José, Costa Rica. Nidifica na base de troncos de árvores. Apresenta comportamento reprodutivo estudado em detalhe, incluindo construção de refúgios para rainhas virgens dentro do ninho e mecanismos de controle reprodutivo em colônias órfãs. É conhecida popularmente como "mandury-de-palo", "mondori", "monduri", "guasú" e "yurú-apati". Fritz Müller, no século XIX, já a mencionava informalmente com o nome de "mandaçaia" (ou "mandaçaia menor"), antes mesmo de sua identidade taxonômica oficial ser esclarecida.

Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Friese (1916), Melo (2013), Moure (1971, 1992), Müller (1875, 1921), Bertoni (1911), Silvestri (1902).

Também conhecida como

manduri, manduri-preta, mandury-de-palo, mondori, monduri, guasú, mandaçaia-menor

Onde ocorre

Estados (Brasil): Mato Grosso (MT), Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), Santa Catarina (SC), São Paulo (SP)

Outros países: AR, PY

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