Candela
Oxytrigona daemoniaca

Descrita em 1984 por Camargo, originalmente como subespécie de Oxytrigona tataira. Não ocorre no Brasil. É registrada na Colômbia (Antioquia, Boyacá, Chocó, Cundinamarca, Huila, Magdalena, Santander e Tolima), Costa Rica e Panamá, com localidade-tipo em Sasaima, Cundinamarca, Colômbia. Seu nome científico vem do latim daemoniacus (demoníaca), em referência ao seu comportamento defensivo extremamente agressivo. Nidifica em ocos de árvores vivas. Sua secreção cefálica cáustica contém ácido fórmico, responsável pela sensação de queimação característica de suas mordidas defensivas, tema de estudo bioquímico específico (Roubik, Smith & Carlson, 1987). É conhecida popularmente como "candela", "candelita", "miona" e "miel-de-candela" — nomes que remetem diretamente à sensação de fogo/queimação causada por sua defesa.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Camargo (1984), Gonzalez & Roubik (2008), Roubik, Smith & Carlson (1987), Nates Parra (1983).
Também conhecida como
candela, candelita, miona, miel-de-candela
Onde ocorre
Outros países: CO, CR, PA