Abeja-de-fuego
Oxytrigona mellicolor

Descrita em 1869 por Packard. Não ocorre no Brasil. É registrada na Colômbia, Costa Rica, Equador, Honduras, Nicarágua, Panamá e Venezuela, com localidade-tipo entre Quito e o rio Napo, Equador. Nidifica em cavidades de árvores vivas, incluindo troncos de Ochroma velutina (pau-de-balsa), e apresenta comportamento defensivo agressivo com secreção cáustica contendo ácido fórmico, estudada em detalhe cientificamente, inclusive quanto à composição química de suas substâncias de saque de ninhos (allomônios). Já foi registrada polinizando chuchu (Sechium edule) e visitando palmeiras. É conhecida popularmente como "miel-de-candela", "candelita", "abeja-de-fuego", "suerre" e também "peladora" em alguns países.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Packard (1869), Schwarz (1948), Roubik, Smith & Carlson (1987), Rinderer et al. (1988), Wille (1961).
Também conhecida como
miel-de-candela, candelita, abeja-de-fuego, suerre, peladora
Onde ocorre
Outros países: CO, CR, EC, HN, NI, PA, VE