Ch'o'och'
Partamona bilineata

Descrita em 1837 por Thomas Say. Não ocorre no Brasil. É registrada no México (Campeche, Colima, Distrito Federal, Durango, Guerrero, Hidalgo, Jalisco, Michoacán, Morelos, México, Nayarit, Oaxaca, Puebla, Quintana Roo e San Luis Potosí), Belize, El Salvador, Guatemala e Honduras, com localidade-tipo em Xico, Veracruz (Cascada de Texolo). Nidifica em cavidades naturais e artificiais, incluindo paredes de pedra, sob telhados de palha, pontes, bueiros e nichos de construções em ruínas. Apresenta comportamento defensivo. É conhecida pelos povos maias de Yucatán pelos nomes "ch'o'och'" e "xnuk", com uso medicinal do mel documentado na etnobiologia maia. Já foi registrada com inquilinos, incluindo besouros (Parabystus inquilinus) e colêmbolos (Cyphoderus dimorphus) que vivem dentro do ninho.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Say (1837), Ayala (1999), Pedro & Camargo (2003), Gonzalez (1984), Silvestri (1910).
Também conhecida como
ch'o'och', xnuk
Onde ocorre
Outros países: MX, BZ, SV, GT, HN