Partamona
Partamona grandipennis

Descrita em 1951 por Schwarz. Não ocorre no Brasil. É registrada na Costa Rica (Alajuela, Cartago, Guanacaste, Heredia, Puntarenas e San José) e no Panamá (Chiriquí), com localidade-tipo no Rio Sucio, Costa Rica. Seu nome vem do latim grandis (grande) + penna (asa), em referência ao tamanho de suas asas. Participa de um esquema de polinização enganosa (deceptive pollination) na flor de Begonia involucrata, planta que atrai a abelha sem oferecer recompensa real de néctar.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Schwarz (1951), Pedro & Camargo (1997, 2003), Ägren & Schemske (1991).
Onde ocorre
Outros países: CR, PA