Cupira-amarela
Partamona testacea

Descrita em 1807 por Klug — uma das descrições mais antigas entre as espécies de Partamona catalogadas. É a espécie-tipo do gênero. Ampla distribuição, registrada em vários estados do Norte e Nordeste do Brasil (Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Maranhão, Pará e Rondônia), além de Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Peru e Suriname, com localidade-tipo genérica ("Brasil"). Nidifica de forma incomum em cavidades subterrâneas, frequentemente dentro de ninhos ativos ou abandonados de formigas do gênero Atta (saúvas) e de cupins como Syntermes spinosus. É conhecida popularmente como "boca-de-barro", "cupira-amarela" e "mel-de-sapo". No Acre, é conhecida pelos seringueiros e pelo povo indígena Kaxinawá como "abelha-do-formigueiro-amarela" e "mai bunáki". Já foram registrados exemplares ginandromorfos (indivíduos com características de macho e fêmea simultaneamente) desta espécie.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Klug (1807), Camargo (1980), Pedro & Camargo (2003), Oliveira (2002), Schwarz (1929).
Também conhecida como
cupira-amarela, boca-de-barro, mel-de-sapo, abelha-do-formigueiro-amarela, mai bunáki
Onde ocorre
Estados (Brasil): Acre (AC), Amapá (AP), Amazonas (AM), Ceará (CE), Maranhão (MA), Pará (PA), Rondônia (RO)
Outros países: BO, CO, EC, GF, PE, SR