Cupira-amarela
Partamona vicina

Descrita em 1980 por Camargo. Espécie de ampla distribuição amazônica, registrada em vários estados do Brasil (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima), além de Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, com localidade-tipo em Barra do Garças, Mato Grosso. A espécie Partamona pseudomusarum, descrita no mesmo trabalho original de 1980, foi posteriormente reconhecida como sinônimo júnior desta espécie. Nidifica em ninhos ativos de cupins arborícolas, utilizando como hospedeiros espécies como Nasutitermes cf. kenneri, Constrictotermes cyphergaster e Amitermes excellens. É amplamente conhecida por povos indígenas: os Kayapó a chamam de "kangàrà-kàk-ti" (também registrado como "kangàrà-káàk-re"), enquanto os Kaxinawá do Alto Juruá, no Acre, a conhecem como "shawa puiki buná". Recebe também os nomes populares "moça-branca" e "tataíra-pequena".
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Camargo (1980), Pedro & Camargo (2003), Posey & Camargo (1985), Posey (1983, 1986), Oliveira (2002).
Também conhecida como
cupira-amarela, moça-branca, tataíra-pequena, kangàrà-kàk-ti, shawa puiki buná
Onde ocorre
Estados (Brasil): Acre (AC), Amapá (AP), Amazonas (AM), Mato Grosso (MT), Pará (PA), Rondônia (RO), Roraima (RR)
Outros países: BO, CO, EC, GF, GY, PE, SR, VE