Mirim-Emerina

Plebeia emerina

Mirim-Emerina (Plebeia emerina)

Região: Sul · Conservação: Pouco preocupante

Descrita em 1900 por Friese. No Brasil ocorre no Paraná (Boa Vista da Aparecida, Curitiba, Guarapuava, Lapa, Londrina, Ponta Grossa, São José dos Pinhais), Rio Grande do Sul (Alegrete, Barão de Cotegipe, Campo Bom, Canela, Caçapava do Sul, Guarani das Missões, Guaíba, Lavras do Sul, Nova Petrópolis, Osório, Planalto, Porto Alegre, Riozinho, Rolante, Santana da Boa Vista, São Francisco de Paula, São Leopoldo, São Lourenço do Sul, Tenente Portela, Torres, Tramandaí, Três Coroas, Uruguaiana, Vacaria, Viamão), Santa Catarina (Caçador, Herval D'Oeste, Joinville, Lages, Luzerna, Mafra, Rio Negrinho, Três Barras) e São Paulo (Franca, Ribeirão Preto, São Paulo). Também registrada no Paraguai. É atacada pela abelha-ladrona Lestrimelitta limao. Número cromossômico n=18. Registrada visitando flores de Baccharis dracunculifolia, Merremia dissecta, Oxalis floribunda, Nicotiana lagsdorffii e diversas outras espécies da Mata Atlântica e do Sul do Brasil.

Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Friese (1900), Alves-dos-Santos (1999), Bego et al. (1991), Drumond et al. (1996, 2000), Kleinert-Giovannini (1982).

Também conhecida como

mirim-emerina, tujuvinha-mirim, mosquito

Onde ocorre

Estados (Brasil): Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), Santa Catarina (SC), São Paulo (SP)

Outros países: PY

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