Tubuna

Scaptotrigona bipunctata

Tubuna (Scaptotrigona bipunctata)

Região: Sudeste · Produção de mel: Média · Conservação: Pouco preocupante

Descrita em 1836 por Lepeletier. No Brasil ocorre no Acre, Bahia (Igrapiúna), Ceará (Baturité, Guaramiranga), Maranhão (Codó), Minas Gerais (Araguari, Barbacena, Januária), Paraná (Boa Vista da Aparecida, Curitiba, Guarapuava, Londrina, Mauá da Serra, Ponta Grossa), Pará (Belém, Itaituba), Rio Grande do Sul (Barão de Cotegipe, Canela, Dois Irmãos, Gramado, Nova Petrópolis, Osório, Pelotas, Porto Alegre, São Francisco de Paula, São Leopoldo, São Lourenço do Sul, Taquari), Rio de Janeiro (Petrópolis, Rio de Janeiro), Santa Catarina (Três Barras) e São Paulo (Ribeirão Preto). Também registrada na Bolívia (La Paz, Santa Cruz), Paraguai (Central) e Peru (Huánuco). Constrói ninhos em ocos de árvores vivas, inclusive em Syderoxylon obtusifolium ("quixabeira") na Bahia. Produz mel com características físico-químicas estudadas cientificamente. Registrada visitando flores de Merremia dissecta, Manihot grahamii, Salix humboldtiana, Lithraea aroeirinha, Baccharis spp. e diversas outras espécies. Na Bahia é criada tradicionalmente em potes de barro — prática artesanal ainda preservada na Chapada Diamantina. Histórico de sinonímias: Trigona hispida Marianno, 1911 é sinônimo júnior desta espécie.

Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Lepeletier (1836), Ducke (1901, 1902, 1907, 1910), Bertoni (1911), Castro (2005), Alves-dos-Santos (1999), Gonçalves et al. (2005).

Também conhecida como

tubuna, canudo, tapesuá, mandaguai, sanharão, sanharao

Onde ocorre

Estados (Brasil): Acre (AC), Bahia (BA), Ceará (CE), Maranhão (MA), Minas Gerais (MG), Paraná (PR), Pará (PA), Rio Grande do Sul (RS), Rio de Janeiro (RJ), Santa Catarina (SC), São Paulo (SP)

Outros países: BO, PY, PE

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