Kan-tsak
Scaptotrigona pectoralis

Descrita em 1896 por Dalla Torre. Não ocorre no Brasil. É registrada no México (Campeche, Chiapas, Oaxaca, Puebla, Quintana Roo, Tabasco, Veracruz, Yucatán), Belize (Corozal), Costa Rica (Alajuela, Cartago, Guanacaste, Limón, Puntarenas, San José), El Salvador, Guatemala (Baja Verapaz, Escuintla), Honduras (Cortés, Olancho), Nicarágua (Carazo) e Panamá (Coclé). É uma das espécies mais importantes da meliponicultura maia — semidometicada pelos indígenas Maias há séculos, sendo criada em colmeias artificiais e explorada por mel e cera. Constrói ninhos em cavidades de árvores e também em paredes de ruínas, inclusive em sítios arqueológicos maias. Registrada visitando flores de Sechium edule, Viguiera dentata, Cucurbita moschata, Cordia inermis, Spondias mombin e diversas outras espécies tropicais.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Dalla Torre (1896), Ayala (1999), González-Acereto & Araújo-Freitas (2005), Crane (1999), Roubik (1992), Bequaert (1932).
Também conhecida como
kan-tsak, xnuk, kantsak, zagaño, enredapelos, soncuano, cacho-de-venado, congo-canche, tenchalita, alazana, zacarillo, soncuán
Onde ocorre
Outros países: MX, BZ, CR, SV, GT, HN, NI, PA