Mandaguari
Scaptotrigona postica

Descrita em 1807 por Latreille. No Brasil ocorre na Bahia, Ceará (Guaramiranga), Goiás (Goiás), Maranhão (Codó, São Luís, Vitória do Mearim), Mato Grosso (Juína), Mato Grosso do Sul, Minas Gerais (Barbacena, Januária, Paraopeba), Paraná (Londrina, Mauá da Serra), Pará (Belém, Conceição do Araguaia, Itaituba), Pernambuco (Fernando de Noronha), Piauí, Rio Grande do Sul (Barão de Cotegipe), São Paulo (Bauru, Corumbataí, Franca, Piracicaba, Ribeirão Preto, Rio Claro, São Paulo, São Simão) e Tocantins. Também registrada na Bolívia (Santa Cruz) e Peru (Huánuco). Uma das espécies mais estudadas cientificamente entre as abelhas sem ferrão brasileiras — com pesquisas sobre genética, embriologia, comportamento social, glândulas, morfologia, comunicação e nutrição. Constrói ninhos em ocos de árvores e é amplamente criada em colmeias racionais. Registrada como polinizadora de cenoura e chuchu. É atacada pela abelha-ladrona Lestrimelitta limao. Nota taxonômica: o nome Scaptotrigona postica foi aplicado a várias espécies diferentes ao longo da história.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Latreille (1807), Nogueira-Neto (1970, 1997), Bego et al. (1991), Aidar (1996).
Também conhecida como
mandaguari, mandaguari-preta, timba-amarella, tubuna, canudo
Onde ocorre
Estados (Brasil): Bahia (BA), Ceará (CE), Goiás (GO), Maranhão (MA), Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), Minas Gerais (MG), Paraná (PR), Pará (PA), Pernambuco (PE), Piauí (PI), Rio Grande do Sul (RS), São Paulo (SP), Tocantins (TO)
Outros países: BO, PE