Tubíba
Scaptotrigona tubiba

Descrita em 1863 por Smith, sendo exibida na Exposição Internacional de 1862 em Londres junto com amostras de mel e cera. No Brasil ocorre no Amapá (Macapá), Bahia (Barra, Casa Nova, Igrapiúna), Ceará, Maranhão (Codó), Mato Grosso (Nova Ubiratã), Minas Gerais (Barbacena, Caldas), Pará (Almeirim, Belém, Conceição do Araguaia), Pernambuco, Piauí (Parnaguá), Rio de Janeiro, Santa Catarina (Indaial), Sergipe, São Paulo (Cajuru, Ribeirão Preto, São Paulo) e Tocantins (Araguaína, Cachoeirinha, Cariri do Tocantins, Dueré, Fátima, Guaraí, Gurupi, Miracema do Tocantins, Nova Olinda, Novo Acordo, Palmas, Santa Maria do Tocantins, Tocantínia, Wanderlândia). Também registrada na Guiana Francesa (Cayenne) e Peru. Constrói ninhos em ocos de troncos de árvores. Conhecida pelo comportamento defensivo agressivo. Foi registrada no Piauí desde 1845 por Castello Branco, sob os nomes "tubi bravo" e "bocca raza". Registrada visitando flores de Protium heptaphyllum (Burseraceae) e Stryphnodendron pulcherrimum.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Smith (1863), Ducke (1902, 1916, 1925), Ihering (1903, 1930), Castello Branco (1845).
Também conhecida como
tubíba, tubi, tapissuá, tubi-bravo, bocca-raza, tuibá, tapiçuá, tubuna
Onde ocorre
Estados (Brasil): Amapá (AP), Bahia (BA), Ceará (CE), Maranhão (MA), Mato Grosso (MT), Minas Gerais (MG), Pará (PA), Pernambuco (PE), Piauí (PI), Rio de Janeiro (RJ), Santa Catarina (SC), Sergipe (SE), São Paulo (SP), Tocantins (TO)
Outros países: GF, PE