Mandaguari-amarela
Scaptotrigona xanthotricha

Descrita em 1950 por Moure. No Brasil ocorre na Bahia (Brumado, Igrapiúna), Espírito Santo, Minas Gerais (Juiz de Fora, Viçosa), Paraná (Matinhos, Paranaguá), Rio de Janeiro (Itatiaia), Santa Catarina, São Paulo (Amparo, Campinas, Pirapora do Bom Jesus, Rio Claro) e Tocantins (Araguaína). Constrói ninhos em cavidades de árvores, com entradas elaboradas e características. Conhecida pelo comportamento defensivo agressivo e pela liberação de odor forte característico quando perturbada — daí o nome popular "abelha-fedente". Foi uma das primeiras espécies de abelhas sem ferrão utilizadas em estudos científicos sobre divisão de trabalho, comunicação, marcação de trilhas de odor e ciclo de vida das operárias. Registrada visitando flores de Myrciaria cauliflora (jabuticabeira). Histórico de sinonímias: foi durante muito tempo confundida com Trigona dorsalis Smith, 1854 — sinônimo júnior desta espécie.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Moure (1950), Ihering (1903, 1930), Hebling et al. (1964), Kerr (1960, 1969), Ducke (1916, 1925).
Também conhecida como
mandaguari-amarelo, mandaguari-amarela, trompeta, tujumirim, mandagoari, abelha-fedente, tiuba-amarela, torce-cabelo, abalha-canudo-amarela
Onde ocorre
Estados (Brasil): Bahia (BA), Espírito Santo (ES), Minas Gerais (MG), Paraná (PR), Rio de Janeiro (RJ), Santa Catarina (SC), São Paulo (SP), Tocantins (TO)