Jataí-preta ou Jataí-negra
Scaura longula

Descrita em 1836 por Lepeletier. No Brasil ocorre no Amapá (Macapá, Mazagão, Oiapoque), Amazonas (Benjamin Constant, Japurá, São Paulo de Olivença), Bahia, Goiás (Luziânia), Maranhão (Buriticupu), Mato Grosso (Juína), Minas Gerais (Araguari), Pará (Belém, Itaituba), São Paulo (São Paulo) e Tocantins (Dueré, Fátima, Gurupi, Santa Maria do Tocantins). Também registrada na Bolívia (El Beni), Colômbia (Cundinamarca, Meta), Peru (Junín, Loreto, Pasco, San Martín) e Suriname. Constrói ninhos em ocos de troncos de árvores e ocasionalmente em termiteiros. Os índios Kayapó a semidometicam, instalando ninhos nas vigas expostas de suas casas. Os índios Kayapó a chamam de "mehnô-rã-tyk" e utilizam o mel, a cera e a resina. Registrada visitando flores de Piperaceae, Miconia minutiflora, Cassia e Cocos nucifera. Nota taxonômica: provavelmente inclui mais de uma espécie — o Catálogo Moure indica que mais de uma espécie está incluída sob este nome.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Lepeletier (1836), Ducke (1901, 1902, 1916, 1925), Posey (1983, 1986), Nogueira-Neto (1991, 1997), Nogueira et al. (2019).
Também conhecida como
jataí-preta, jataí-negra, jataí-preto, ramichi-negra-grande, mehnô-rã-tyk
Onde ocorre
Estados (Brasil): Amapá (AP), Amazonas (AM), Bahia (BA), Goiás (GO), Maranhão (MA), Mato Grosso (MT), Minas Gerais (MG), Pará (PA), São Paulo (SP), Tocantins (TO)
Outros países: BO, CO, PE, SR