Guiruçu

Schwarziana quadripunctata

Guiruçu (Schwarziana quadripunctata)

Região: Sudeste

Descrita em 1836 por Lepeletier. No Brasil ocorre na Bahia (Igrapiúna, Itaeté), Espírito Santo, Goiás (Goiás), Minas Gerais (Barbacena, Belo Horizonte, Lassance, Lima Duarte, Paraopeba, Passa Quatro, Ponte Nova, Santana do Riacho, Viçosa), Paraná (Curitiba, Lapa, Ponta Grossa), Rio Grande do Sul (Bom Jesus, Cambará do Sul, Canela, Gramado, Guarani das Missões, Nova Petrópolis, Osório, Planalto, São Francisco de Paula, Taquari, Tenente Portela), Rio de Janeiro (Macaé, Nova Iguaçu, Petrópolis, Rio de Janeiro), Santa Catarina (Lages, Seara) e São Paulo (Batatais, Cajuru, Corumbataí, Cotia, Guarulhos, Jundiaí, Pereira Barreto, Ribeirão Preto, Salesópolis, Santos, São Paulo, Ubatuba). Também registrada na Argentina (Buenos Aires, Misiones) e Paraguai (Alto Paraná, Central, Cordillera). Característica única: é uma das poucas abelhas sem ferrão que constrói ninhos subterrâneos — em buracos no solo a 30-60 cm de profundidade, em formigueiros abandonados de saúva (Atta) e entre raízes de árvores mortas. Registrada visitando flores de Escallonia bifida, Leandra regnelli, Luehea divaricata e diversas Compositae. Histórico de sinonímias: Melipona bipartita Lepeletier, 1836 e Trigona basalis Smith, 1854 são sinônimos júniores.

Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Lepeletier (1836), Camargo (1974), Bertoni (1911), Alves-dos-Santos (1999), Silveira et al. (2002).

Também conhecida como

abelha-mulata, guiruçu, mulatinha, abelha-do-chão, papaterra, irussú-mineiro, irussú-do-chão, eira-ihvihgwih, doncellita, señorita, mombuca-mirim, mombuquinha

Onde ocorre

Estados (Brasil): Bahia (BA), Espírito Santo (ES), Goiás (GO), Minas Gerais (MG), Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), Rio de Janeiro (RJ), Santa Catarina (SC), São Paulo (SP)

Outros países: AR, PY

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