Borá-bico-de-vidro
Tetragona dorsalis

Descrita em 1854 por Smith. No Brasil ocorre no Amapá (Mazagão), Amazonas (Benjamin Constant, Japurá, Manaus, Tefé), Ceará (Capistrano), Maranhão (Alcântara, Buriticupu, Carutapera, Chapadinha, São Luís, Vitória do Mearim), Mato Grosso (Nova Ubiratã), Pará (Anajás, Belém, Bragança, Cumaru do Norte, Itaituba) e Tocantins. Também registrada na Colômbia (Caquetá, Guainía, Guaviare). Constrói ninhos em ocos de árvores. Possui odor característico de resina na entrada do ninho. Registrada visitando flores de Piperaceae, Malpighiaceae e Byrsonima crassifolia (murici). Os índios Kayapó a chamam de "tôtn-my" e "tôtn-my're" e utilizam o mel e a cera para fins medicinais e rituais. Conhecem seu comportamento defensivo, sua rota de voo e o cheiro de resina da entrada do ninho.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Smith (1854), Ducke (1902, 1916), Schwarz (1948), Camargo & Posey (1990), Posey & Camargo (1985).
Também conhecida como
borá-bico-de-vidro, Abelha-bico-de-vidro, tôtn-my, tôtn-my're, moça-branca, abreu
Onde ocorre
Estados (Brasil): Amapá (AP), Amazonas (AM), Ceará (CE), Maranhão (MA), Mato Grosso (MT), Pará (PA), Tocantins (TO)
Outros países: CO