Borá-mansa

Tetragona goettei

Borá-mansa (Tetragona goettei)

Região: Norte

Descrita em 1900 por Friese. No Brasil ocorre no Acre (Jordão, Rio Branco), Amazonas (Itacoatiara, Manaus, Santo Antônio do Içá, Tefé), Mato Grosso, Pará (Aveiro, Cumaru do Norte, Santarém) e Rondônia. Também registrada na Bolívia (Cochabamba, Pando), Colômbia (Caquetá) e Peru (Cuzco, Loreto, Madre de Dios). Constrói ninhos em troncos de árvores em florestas de terra firme amazônica. Registrada visitando flores de Clusia nemorosa (Clusiaceae), Bactris gasipaes, Cecropia sp., Eugenia sp., Inga paraensis, Spondias mombim e diversas Palmae e Myrtaceae. Curiosidade: possui uma mosca mímica associada, Microdon (Ubristes) goettei (Syrphidae), que imita a aparência da abelha. Os índios Kayapó a chamam de "mehr-xi-we'i" e utilizam o mel. Os Kaxinauá do alto rio Juruá (Acre) a chamam de "tataíra-pequena" e "shawa-puiki-buná". Seu nome é uma homenagem ao Prof. A. Goette. Histórico de sinonímias: Trigona sevocans Cockerell, 1922 é sinônimo júnior desta espécie.

Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Friese (1900), Ducke (1916), Schwarz (1948), Posey (1983), Oliveira (2002), Absy et al. (1984).

Também conhecida como

Borá-mansa, tataíra-pequena, mehr-xi-we'i, shawa-puiki-buná

Onde ocorre

Estados (Brasil): Acre (AC), Amazonas (AM), Mato Grosso (MT), Pará (PA), Rondônia (RO)

Outros países: BO, CO, PE

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