Borá-de-canudo
Tetragona truncata

Descrita em 1971 por Moure. No Brasil ocorre no Acre (Rio Branco), Amazonas (Careiro, Manacapuru, Manaquiri, Manaus, Parintins), Goiás (Aragarças, Iporá, Jataí), Maranhão (Buriticupu, Chapadinha), Mato Grosso (Chapada dos Guimarães, Cuiabá, Nova Xavantina, Ribeirão Cascalheira), Pará (Conceição do Araguaia, Cumaru do Norte), Rondônia (Mirante da Serra, Vilhena) e Tocantins (Itacajá, Lizarda, Palmas). Também registrada na Bolívia (La Paz), Equador (Napo) e Peru (Huánuco, Loreto, San Martín). Constrói ninhos em ocos de árvores vivas, especialmente Protium sp. (Almesca Vermelha - Burseraceae). Ocorre em agregações interespecíficas de ninhos com outras espécies de abelhas sem ferrão. Os índios Kayapó a chamam de "õ-i" e conhecem bem sua entrada de ninho característica. Possui número cromossômico n=17.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Moure (1971), Laroca (1971), Camargo & Posey (1990), Posey & Camargo (1985), Nogueira et al. (2020).
Também conhecida como
borá-de-canudo, õ-i
Onde ocorre
Estados (Brasil): Acre (AC), Amazonas (AM), Goiás (GO), Maranhão (MA), Mato Grosso (MT), Pará (PA), Rondônia (RO), Tocantins (TO)
Outros países: BO, EC, PE