Jataí-do-sul
Tetragonisca fiebrigi

Descrita em 1938 por Schwarz. No Brasil ocorre no Mato Grosso (Chapada dos Guimarães, Cuiabá), Mato Grosso do Sul (Aquidauana, Campo Grande, Corumbá, Ivinhema), Paraná (Curitiba, Guarapuava), Rio Grande do Sul (Guarani das Missões, Planalto, Porto Alegre, São Leopoldo, Uruguaiana, Viamão), Santa Catarina (Herval d'Oeste) e São Paulo (Itapura, Pereira Barreto). Também registrada na Argentina (Misiones, Tucumán), Bolívia (Santa Cruz) e Paraguai (Cordillera, Misiones). Constrói ninhos em ocos de árvores vivas e em ninhos abandonados de formigas cortadeiras (Acromyrmex). O mel cristaliza com facilidade. A cera é utilizada medicinalmente e como perfume por indígenas Apapocúva-Guaraní. Prima da Jataí (Tetragonisca angustula), sendo a forma típica do sul do Brasil, Argentina e Paraguai.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Schwarz (1938, 1948), Silvestri (1902), Bertoni (1911), Nogueira-Neto (1970, 1997).
Também conhecida como
yateí, yatai, yatei, jateí, jataí-do-sul, abelhas-ouro
Onde ocorre
Estados (Brasil): Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), Santa Catarina (SC), São Paulo (SP)
Outros países: AR, BO, PY