Jataí-do-Acre
Tetragonisca weyrauchi

Descrita em 1943 por Schwarz. No Brasil ocorre no Acre (Jordão, Rio Branco), Mato Grosso e Rondônia. Também registrada na Bolívia e Peru (Junín, Madre de Dios). Constrói ninhos expostos fixados em troncos e galhos de árvores, ao contrário da jataí comum que nidifica em cavidades. Registrada visitando flores de Turnera ulmifolia e coletando pólen de Myrtaceae, Asteraceae, Sapindaceae, Melastomataceae, Moraceae, Boraginaceae e Bombacaceae. O mel possui uso medicinal registrado no Peru. Os índios Kaxinauá do alto rio Juruá (Acre) a chamam de "pusebûki" e a utilizam na medicina tradicional.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Schwarz (1943, 1948), Cortopassi-Laurino & Nogueira-Neto (2003), Oliveira (2002), Rasmussen & Castillo (2003).
Também conhecida como
jataí-do-acre, jataí-acreana, pusebûki
Onde ocorre
Estados (Brasil): Acre (AC), Mato Grosso (MT), Rondônia (RO)
Outros países: BO, PE