Abejona
Trigona amalthea

Descrita em 1789 por Olivier, é uma das espécies de abelhas sem ferrão com descrição mais antiga. No Brasil ocorre no Amazonas (Manaus), Mato Grosso (Chapada dos Guimarães, Cuiabá) e Rondônia (Porto Velho). Também registrada na Bolívia (Cochabamba, Santa Cruz), Colômbia (Cundinamarca, Meta), Equador (Napo), Guiana Francesa, Guiana (Upper Takutu-Upper Essequibo), Peru (Huánuco, Junín, Madre de Dios), Suriname, Trinidad e Tobago e Venezuela (Bolívar). Constrói ninhos em ocos de árvores. Registrada danificando brotos de citros e visitando flores de orquídeas do gênero Maxillaria e Xylobium. Nota taxonômica: é possível que Trigona truculenta Almeida, 1984 seja sinônimo júnior desta espécie. Histórico de sinonímias: esta espécie foi descrita múltiplas vezes por diferentes autores antes de ser reconhecida como a mesma espécie: Apis sylvestris Barrère, 1741 (nom. nud., inválido); Apis amalthea Olivier, 1789 (nome válido atual); Melipona trinidadensis Provancher, 1888 (sinônimo júnior); Trigona silvestriana rohwerae Cockerell, 1925 (sinônimo júnior).
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Olivier (1789), Schwarz (1948), Silveira et al. (2002), Rasmussen & Castillo (2003).
Também conhecida como
abejona, pegone, morrocuje-negro, cabezunga, pozo-de-tacú
Onde ocorre
Estados (Brasil): Amazonas (AM), Mato Grosso (MT), Rondônia (RO)
Outros países: BO, CO, EC, GF, GY, PE, SR, TT, VE