Xupé-grande
Trigona amazonensis

Descrita em 1916 por Ducke. No Brasil ocorre no Acre (Rio Branco), Amazonas (Humaitá, Tapauá, Tefé), Mato Grosso (Cuiabá), Pará (Cumaru do Norte), Rondônia (Porto Velho) e Tocantins (Esperantina, Santa Maria do Tocantins). Também registrada na Bolívia (Cochabamba, El Beni, La Paz), Colômbia (Caquetá, Cundinamarca), Equador (Pastaza) e Peru (Huánuco, Junín, Loreto, Madre de Dios). Constrói ninhos expostos fixados em troncos de árvores como Ceiba pentandra (samaúma) e em paredes de pedra. Espécie agressiva com comportamento defensivo intenso. O mel possui uso medicinal registrado por povos indígenas. Os índios Kayapó a chamam de "ku-krãi-ti" e os Kaxinauá de "txashku-buiki" e "nawa-bakû".
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Ducke (1916), Schwarz (1948), Camargo & Posey (1990), Oliveira (2002), Rasmussen & Castillo (2003).
Também conhecida como
xupé-grande, xupé-mangangá, mangangá, txashku-buiki, arapuá-preto-médio, abelha-cu-de-vaca, nawa-bakû, ku-krãi-ti, abeja-arambaso, amo, corta-pelo
Onde ocorre
Estados (Brasil): Acre (AC), Amazonas (AM), Mato Grosso (MT), Pará (PA), Rondônia (RO), Tocantins (TO)
Outros países: BO, CO, EC, PE