Guaxupé
Trigona branneri

Descrita em 1912 por Cockerell. No Brasil ocorre no Amazonas (Itacoatiara, Manaus, Novo Airão, Santo Antônio do Içá), Goiás, Maranhão (Carutapera, Codó, São Luís), Mato Grosso (Cuiabá, Juína, Nova Ubiratã, Nova Xavantina), Pará (Almeirim, Belém, Conceição do Araguaia, Cumaru do Norte, Melgaço, Oriximiná, Santarém, Óbidos), Rondônia e Tocantins. Também registrada na Bolívia (La Paz, Santa Cruz), Colômbia (Cundinamarca, Meta), Equador (Napo), Guiana Francesa (Cayenne, Kourou), Guiana (Cuyuni-Mazaruni, Potaro-Siparuni, Upper Takutu-Upper Essequibo), Suriname (Brokopondo, Marowijne, Saramacca, Wanica) e Venezuela (Amazonas, Bolívar, Monagas). Constrói ninhos expostos fixados em troncos de palmeiras como Astrocaryum jauary e em troncos de Ceiba pentandra. Espécie agressiva com comportamento defensivo intenso. Registrada visitando corpos de frutificação do fungo Staheliomyces cinctus (Phallales) e coletando mel de Membracidae em associação mutualística. Os índios Kayapó a chamam de "mehñy-tyk" e os Kaxinawá de "nawa-bakû". Os Maroons do Suriname a chamam de "mbulo-oni" e "kankantii-oni".
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Cockerell (1912), Ducke (1916), Schwarz (1948), Camargo & Posey (1990), Oliveira (2002), Dijn & Koanting (1999).
Também conhecida como
guaxupé, abelha-corta-cabelo, arapuá, irapuá, pegon, mehñy-tyk, nawa-bakû, topoé-negra, mbulo-oni, kankantii-oni
Onde ocorre
Estados (Brasil): Amazonas (AM), Goiás (GO), Maranhão (MA), Mato Grosso (MT), Pará (PA), Rondônia (RO), Tocantins (TO)
Outros países: BO, CO, EC, GF, GY, SR, VE