Mel-de-cachorro
Trigona braueri

Descrita em 1900 por Friese. Espécie exclusiva do Brasil, registrada na Bahia, Espírito Santo (Santa Leopoldina), Paraná (Guaraqueçaba, Paranaguá), Rio de Janeiro (Petrópolis, Teresópolis), Santa Catarina (Joinville, São Francisco do Sul) e São Paulo (Bauru, Franca, Guarulhos, Ibiúna, Monte Alegre do Sul, Salesópolis, São Paulo). Constrói ninhos em raízes ocas de árvores e em ninhos de cupins. Registrada visitando flores de Tibouchina (Melastomataceae), destruindo as anteras para coletar pólen. Seu nome é uma homenagem ao Prof. Fr. Brauer. Histórico de sinonímias: Trigona fulviventris nigra Ihering, 1903 é sinônimo júnior desta espécie.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Friese (1900), Ihering (1903), Ducke (1916), Schwarz (1948), Renner (1983).
Também conhecida como
Mel-de-cachorro, Vaca, Abelha-de-cachorro, Abelha-cachorro
Onde ocorre
Estados (Brasil): Bahia (BA), Espírito Santo (ES), Paraná (PR), Rio de Janeiro (RJ), Santa Catarina (SC), São Paulo (SP)