Cupira
Trigona chanchamayoensis

Descrita em 1948 por Schwarz. No Brasil ocorre no Acre (Jordão), Amazonas, Mato Grosso (Cuiabá), Pará (Anajás, Belém, Bragança, Capanema, Chaves, Conceição do Araguaia, Cumaru do Norte, Itaituba, Monte Alegre) e Rondônia. Também registrada na Bolívia (El Beni, La Paz, Santa Cruz), Colômbia (Amazonas, Meta), Equador (Guayas, Napo, Pastaza, Sucumbíos) e Peru (Junín, Loreto, Pasco). Característica marcante: constrói ninhos exclusivamente em termiteiros, especialmente de Nasutitermes brevioculatus, e eventualmente em ninhos de formigas (Camponotus senex). Os índios Kayapó a chamam de "imrê-ti-re" e utilizam suas larvas, pupas e mel. Os Kaxinauá a chamam de "arapuá-amarelo-menor". Registrada coletando pólen de diversas espécies amazônicas.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Schwarz (1948), Ducke (1916), Silvestri (1902), Camargo & Posey (1990), Oliveira (2002).
Também conhecida como
Cupira, Imrê-ti-re, Arapuá-amarelo-menor, Cupira-amarela
Onde ocorre
Estados (Brasil): Acre (AC), Amazonas (AM), Mato Grosso (MT), Pará (PA), Rondônia (RO)
Outros países: BO, CO, EC, PE