Angelita
Trigona cilipes

Descrita em 1804 por Fabricius. No Brasil ocorre no Acre (Rio Branco), Amapá (Macapá, Oiapoque), Amazonas (Manaus, Novo Airão, Santa Isabel do Rio Negro), Goiás, Mato Grosso (Chapada dos Guimarães, Nova Ubiratã, Nova Xavantina), Pará (Cumaru do Norte, Oriximiná), Rondônia (Porto Velho) e Roraima. Também registrada na Bolívia (El Beni, La Paz), Colômbia (Cundinamarca), Costa Rica, Equador (Morona Santiago), Guiana Francesa (Cayenne, Kourou), Guiana, Panamá, Peru (Junín, Loreto, San Martín), Suriname e Venezuela (Amazonas). Constrói ninhos em termiteiros arbóreos, especialmente de Nasutitermes spp., e ocasionalmente em cavidades de árvores adjacentes a termiteiros. Os índios Kayapó a chamam de "mehnôrá-kamrek" e os índios Nukak da Colômbia de "buhnide". Histórico de sinonímias: Trigona compressa Latreille, 1811 e Trigona mazucatoi Almeida, 1995 são sinônimos júniores.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Fabricius (1804), Schwarz (1948), Camargo & Posey (1990), Roubik (1979), Absy et al. (1984).
Também conhecida como
angelita, buhnide, mehnôrá-kamrek
Onde ocorre
Estados (Brasil): Acre (AC), Amapá (AP), Amazonas (AM), Goiás (GO), Mato Grosso (MT), Pará (PA), Rondônia (RO), Roraima (RR)
Outros países: BO, CO, CR, EC, GF, GY, PA, PE, SR, VE