Trigona

Trigona dimidiata

Trigona (Trigona dimidiata)

Região: América Central

Descrita em 1854 por Smith. Não ocorre no Brasil. É registrada na Colômbia (Antioquia, Bolívar, Boyacá, Caldas, Cauca, Chocó, Cundinamarca, Magdalena, Meta, Nariño, Putumayo, Santander, Valle del Cauca), Costa Rica (Alajuela, Cartago, Guanacaste, Heredia, Puntarenas, San José), Equador (El Oro, Esmeraldas, Guayas, Imbabura, Los Ríos, Manabí, Morona Santiago, Napo, Pastaza, Pichincha), Guatemala, Honduras, México (Chiapas, Oaxaca, Tabasco, Veracruz), Nicarágua, Panamá (Chiriquí, Colón, Darién, Panamá, San Blas, Veraguas) e Venezuela (Bolívar, Mérida, Miranda, Táchira, Yaracuy, Zulia). Constrói ninhos em cavidades de árvores e em termiteiros. Conhecida por seu comportamento defensivo agressivo. Registrada visitando flores de cacau, citros e diversas espécies de plantas tropicais. Histórico de sinonímias: Trigona musarum Cockerell, 1917 e Trigona dimidiata fulvescens Schwarz, 1948 são sinônimos júniores.

Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Smith (1854), Schwarz (1948), Roubik (1983), Wille & Michener (1973), Nates-Parra (2001).

Também conhecida como

trigona, abeja-de-tierra, mosquita

Onde ocorre

Outros países: CO, CR, EC, GT, HN, MX, NI, PA, VE

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