Trigona
Trigona ferricauda

Descrita em 1917 por Cockerell. No Brasil ocorre no Acre (Rio Branco), Amazonas (Humaitá, Itacoatiara, Manaus, Novo Airão, Tapauá, Tefé), Mato Grosso (Aripuanã, Juína, Nova Ubiratã), Pará (Almeirim, Aveiro, Belém, Cumaru do Norte, Itaituba, Oriximiná, Santarém) e Rondônia (Porto Velho). Também registrada na Bolívia (Cochabamba, El Beni, La Paz, Santa Cruz), Colômbia (Amazonas, Caquetá, Meta, Putumayo, Vaupés), Equador (Napo, Pastaza, Sucumbíos), Guiana Francesa (Cayenne, Kourou, Sinnamary), Guiana (Cuyuni-Mazaruni, Potaro-Siparuni), Peru (Huánuco, Junín, Loreto, Madre de Dios, Pasco, San Martín, Ucayali), Suriname (Brokopondo, Marowijne, Nickerie, Sipaliwini) e Venezuela (Amazonas, Bolívar). Constrói ninhos em ocos de troncos de árvores. Registrada visitando flores de Symphonia globulifera e coletando resina de diversas espécies arbóreas.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Cockerell (1917), Schwarz (1948), Roubik (1979), Silveira et al. (2002).
Onde ocorre
Estados (Brasil): Acre (AC), Amazonas (AM), Mato Grosso (MT), Pará (PA), Rondônia (RO)
Outros países: BO, CO, EC, GF, GY, PE, SR, VE