Abejón-negro
Trigona fuscipennis

Descrita em 1900 por Friese. Não ocorre no Brasil. É registrada na Colômbia (Antioquia, Bolívar, Boyacá, Caldas, Cauca, Chocó, Córdoba, Cundinamarca, Huila, Magdalena, Meta, Nariño, Norte de Santander, Putumayo, Quindío, Risaralda, Santander, Sucre, Tolima, Valle del Cauca, Vaupés), Costa Rica (Alajuela, Cartago, Guanacaste, Heredia, Limón, Puntarenas, San José), Equador (El Oro, Esmeraldas, Guayas, Imbabura, Los Ríos, Manabí, Morona Santiago, Napo, Pastaza, Pichincha, Sucumbíos), Guatemala, Honduras, México (Chiapas, Oaxaca, Tabasco, Veracruz), Nicarágua, Panamá (Chiriquí, Coclé, Colón, Darién, Herrera, Los Santos, Panamá, San Blas, Veraguas), Peru (Amazonas, Huánuco, Junín, Loreto, Madre de Dios, Pasco, San Martín, Ucayali) e Venezuela (Amazonas, Apure, Barinas, Bolívar, Carabobo, Lara, Mérida, Miranda, Monagas, Portuguesa, Táchira, Trujillo, Yaracuy, Zulia). Constrói ninhos em cavidades de árvores e ocasionalmente em termiteiros. Conhecida por seu comportamento defensivo agressivo e por enredar-se nos cabelos humanos. Registrada visitando flores de cacau, citros e diversas espécies tropicais. Histórico de sinonímias: Trigona fuscipennis nigrescens Schwarz, 1948 é subespécie reconhecida.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Friese (1900), Schwarz (1948), Roubik (1983), Wille & Michener (1973), Nates-Parra (2001).
Também conhecida como
abejón-negro, abeja-negra, congo-negro, picamanos, corta-pelo
Onde ocorre
Outros países: CO, CR, EC, GT, HN, MX, NI, PA, PE, VE