Arepito
Trigona guianae

Descrita em 1910 por Cockerell. No Brasil ocorre no Amapá (Oiapoque), Amazonas (Barcelos, Humaitá, Manaus, Novo Airão, Santa Isabel do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira, Tapauá, Tefé), Mato Grosso (Aripuanã, Chapada dos Guimarães, Cuiabá, Juína, Nova Ubiratã, Nova Xavantina), Pará (Almeirim, Aveiro, Belém, Breves, Cumaru do Norte, Itaituba, Melgaço, Monte Alegre, Oriximiná, Santarém, Óbidos, Soure), Rondônia (Porto Velho) e Roraima (Boa Vista, Mucajaí). Também registrada na Bolívia (Cochabamba, El Beni, La Paz, Santa Cruz), Colômbia (Amazonas, Caquetá, Meta, Vaupés), Equador (Napo, Pastaza, Sucumbíos), Guiana Francesa (Cayenne, Kourou, Saül, Sinnamary), Guiana (Cuyuni-Mazaruni, Demerara-Mahaica, Potaro-Siparuni, Upper Takutu-Upper Essequibo), Peru (Huánuco, Junín, Loreto, Madre de Dios, Pasco, San Martín, Ucayali), Suriname (Brokopondo, Commewijne, Marowijne, Nickerie, Para, Saramacca, Sipaliwini, Wanica) e Venezuela (Amazonas, Apure, Bolívar, Delta Amacuro). Constrói ninhos em ocos de troncos de árvores, especialmente palmeiras como Mauritia flexuosa (buriti) e Astrocaryum spp. Os índios Kayapó a chamam de "mehngrã-re" e utilizam o mel e a cera. Os Maroons do Suriname a chamam de "wan-moni-oni". Registrada como polinizadora de castanheira (Bertholletia excelsa) e visitando flores de Symphonia globulifera e Vismia spp.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Cockerell (1910), Schwarz (1948), Camargo & Posey (1990), Santos & Absy (2010), Dijn & Koanting (1999).
Também conhecida como
arepito, mehngrã-re, wan-moni-oni, arapuá-preto-pequeno, iratim
Onde ocorre
Estados (Brasil): Amapá (AP), Amazonas (AM), Mato Grosso (MT), Pará (PA), Rondônia (RO), Roraima (RR)
Outros países: BO, CO, EC, GF, GY, PE, SR, VE