Trigona-preta

Trigona nigerrima

Trigona-preta (Trigona nigerrima)

Região: América Central

Descrita em 1878 por Cresson. Não ocorre no Brasil. É registrada na Colômbia (Antioquia, Bolívar, Boyacá, Caldas, Cauca, Chocó, Córdoba, Cundinamarca, Huila, Magdalena, Meta, Nariño, Norte de Santander, Putumayo, Quindío, Risaralda, Santander, Sucre, Tolima, Valle del Cauca), Costa Rica (Alajuela, Cartago, Guanacaste, Heredia, Limón, Puntarenas, San José), Equador (El Oro, Esmeraldas, Guayas, Imbabura, Los Ríos, Manabí, Morona Santiago, Napo, Pastaza, Pichincha, Sucumbíos), Guatemala, Honduras, México (Chiapas, Oaxaca, Tabasco, Veracruz), Nicarágua, Panamá (Chiriquí, Coclé, Colón, Darién, Herrera, Los Santos, Panamá, San Blas, Veraguas), Peru (Amazonas, Huánuco, Junín, Loreto, Madre de Dios, Pasco, San Martín, Ucayali) e Venezuela (Amazonas, Apure, Barinas, Bolívar, Carabobo, Lara, Mérida, Miranda, Monagas, Portuguesa, Táchira, Trujillo, Yaracuy, Zulia). Constrói ninhos expostos em galhos e troncos de árvores. Conhecida pelo comportamento extremamente agressivo e por enredar-se nos cabelos humanos. Registrada visitando flores de cacau, citros e diversas espécies tropicais.

Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Cresson (1878), Schwarz (1948), Roubik (1983), Wille & Michener (1973), Nates-Parra (2001).

Também conhecida como

trigona-preta, abeja-negra, congo-negro, picamanos, corta-pelo, enredadora

Onde ocorre

Outros países: CO, CR, EC, GT, HN, MX, NI, PA, PE, VE

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