Pelúcida
Trigona pellucida

Descrita em 1912 por Cockerell. Espécie exclusiva do Brasil, registrada no Mato Grosso (Chapada dos Guimarães, Cuiabá, Juína), Pará (Almeirim, Belém, Oriximiná) e Rondônia (Porto Velho), localidade tipo no rio Madeira. Registrada em atividade em iscas não florais (carcaças), indicando comportamento necrófago ocasional. Nota taxonômica: esta espécie teve sua identidade muito debatida — foi citada como sinônimo júnior de Trigona compressa Latreille por Schwarz (1948), como subespécie de Trigona cilipes por Roubik (1992) e como sinônimo de Melipona hyalinata por Ducke (1916, 1925). O Catálogo Moure a reconhece como espécie válida.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Cockerell (1912), Schwarz (1948), Baumgartner & Roubik (1989), Roubik (1992).
Também conhecida como
Pelúcida
Onde ocorre
Estados (Brasil): Mato Grosso (MT), Pará (PA), Rondônia (RO)