Abelha-sanharão ou Sanharó
Trigona silvestriana

Descrita em 1908 por Vachal. No Brasil ocorre no Acre (Rio Branco), Amazonas (Humaitá, Itacoatiara, Manaus, Novo Airão, Santa Isabel do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira, Tapauá, Tefé), Mato Grosso (Aripuanã, Chapada dos Guimarães, Cuiabá, Juína, Nova Ubiratã), Pará (Almeirim, Aveiro, Belém, Cumaru do Norte, Itaituba, Melgaço, Oriximiná, Santarém, Óbidos) e Rondônia (Porto Velho). Também registrada na Bolívia (Cochabamba, El Beni, La Paz, Santa Cruz), Colômbia (Amazonas, Caquetá, Meta, Vaupés), Equador (Napo, Pastaza, Sucumbíos), Guiana Francesa (Cayenne, Kourou, Sinnamary), Guiana (Cuyuni-Mazaruni, Potaro-Siparuni, Upper Takutu-Upper Essequibo), Peru (Huánuco, Junín, Loreto, Madre de Dios, Pasco, San Martín, Ucayali), Suriname (Brokopondo, Commewijne, Marowijne, Nickerie, Para, Saramacca, Sipaliwini, Wanica) e Venezuela (Amazonas, Bolívar, Delta Amacuro). Constrói ninhos em ocos de troncos de árvores e palmeiras. Os índios Kayapó a chamam de "mehmrãi" e utilizam o mel e a cera. Os Maroons do Suriname a chamam de "bruine-oni". Registrada visitando flores de Symphonia globulifera, Vismia spp. e como polinizadora de castanheira (Bertholletia excelsa). Histórico de sinonímias: Trigona silvestriana rohwerae Cockerell, 1925 é subespécie reconhecida, anteriormente citada como sinônimo de Trigona amalthea.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Vachal (1908), Schwarz (1948), Camargo & Posey (1990), Santos & Absy (2010), Dijn & Koanting (1999).
Também conhecida como
mehmrãi, bruine-oni, arapuá-marrom, morroco, homo, Sanharó, Sanharão
Onde ocorre
Estados (Brasil): Acre (AC), Amazonas (AM), Mato Grosso (MT), Pará (PA), Rondônia (RO)
Outros países: BO, CO, EC, GF, GY, PE, SR, VE