Borá-Mansa-Laranja ou Kajawo-dawa

Trigona williana

Borá-Mansa-Laranja ou Kajawo-dawa (Trigona williana)

Região: Norte

Descrita em 1900 por Friese. No Brasil ocorre no Acre (Jordão), Amapá (Macapá, Oiapoque, Santana), Amazonas (Benjamin Constant, Coari, Manaus, Novo Airão, Tefé), Maranhão (Buriticupu), Mato Grosso (Chapada dos Guimarães, Cuiabá), Pará (Alenquer, Belém, Faro, Itaituba, Melgaço, Santarém, Óbidos), Rondônia (Porto Velho, Vilhena) e Roraima (Boa Vista). Também registrada na Bolívia (El Beni), Colômbia (Amazonas, Caquetá, Cundinamarca), Equador (Napo, Sucumbíos), Guiana Francesa (Kourou, Sinnamary), Guiana (Barima-Waini, Cuyuni-Mazaruni, Potaro-Siparuni, Upper Demerara-Berbice, Upper Takutu-Upper Essequibo), Peru (Huánuco, Junín, Loreto), Suriname e Venezuela (Amazonas, Bolívar). Constrói ninhos em ocos de troncos de árvores, com ninhos agregados de diferentes espécies registrados em Parkia. Registrada coletando cascas de frutos e sementes de Coussapoa asperifolia, e visitando flores de Momordica charantia, Kerianthera preclara e Clusia nemorosa. Os índios Nukak da Colômbia a chamam de "kajawo dawa" e utilizam o mel, as larvas e conhecem seu comportamento defensivo. Seu nome é uma homenagem ao Prof. L. Will. Histórico de sinonímias: Trigona rhodoptera Cockerell, 1912 é sinônimo júnior desta espécie.

Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Friese (1900), Ducke (1902, 1916), Schwarz (1948), Garcia et al. (1992), Cabrera Becerra & Nates-Parra (1999).

Também conhecida como

kajawo-dawa, Borá-mansa-laranja, Abelha de pé de pau

Onde ocorre

Estados (Brasil): Acre (AC), Amapá (AP), Amazonas (AM), Maranhão (MA), Mato Grosso (MT), Pará (PA), Rondônia (RO), Roraima (RR)

Outros países: BO, CO, EC, GF, GY, PE, SR, VE

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