Lambi-olhos
Trigonisca duckei

Descrita em 1900 por Friese. Ocorre no Brasil no Amazonas (Barcelos, Itacoatiara, Japurá, Novo Airão, Tabatinga), Ceará (Baturité, Caridade, Piquet Carneiro), Maranhão (Alcântara, Carolina, Codó, São Luís), Mato Grosso (Campo Verde, Cuiabá, Cáceres, Juína), Pará (Anajás, Belém, Chaves, Itaituba, Monte Alegre, Oriximiná, Óbidos) e Roraima (Mucajaí). Também registrada na Bolívia (El Beni), Guiana (Cuyuni-Mazaruni, Potaro-Siparuni), Peru (Loreto, Pasco) e Suriname (Saramacca). Constrói ninhos em troncos de árvores. Seu mel possui propriedades medicinais registradas. Foi registrada como presa do pica-pau Ceophloeus lineatus. Seu nome é uma homenagem ao naturalista Adolf Ducke.
Fontes: Camargo, J. M. F., Pedro, S. R. M. & Melo, G. A. R. (2023). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region - online version. moure.cria.org.br/catalogue. Friese (1900), Ducke (1916), Schwarz (1938), Silvestri (1902).
Também conhecida como
lambi-olhos, lambe-olhos, mirim
Onde ocorre
Estados (Brasil): Amazonas (AM), Ceará (CE), Maranhão (MA), Mato Grosso (MT), Pará (PA), Roraima (RR)
Outros países: BO, GY, PE, SR